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	<title>Escola do Povo &#187; Na Imprensa</title>
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	<description>É você quem decide aonde quer chegar!</description>
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		<title>Ceraflame e Chef Edu Guedes do Leilão da Escola do Povo &#8211; Paraisópolis São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há pouco tempo o chef de cozinha e apresentador Edu Guedes preparou uma grande surpresa à comunidade paulista de Paraisópolis, onde vivem cerca de 100 mil pessoas. O chef saiu do estúdio do programa Hoje em Dia – Rede Record – e foi até o local para preparar ao vivo uma receita de cuscuz de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2012/02/edu-300x225.jpg"><img src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2012/02/edu-300x225.jpg" alt="" title="edu-300x225" width="300" height="225" class="alignleft size-full wp-image-691" /></a>Há pouco tempo o chef de cozinha e apresentador Edu Guedes preparou uma grande surpresa à comunidade paulista de Paraisópolis, onde vivem cerca de 100 mil pessoas. O chef saiu do estúdio do programa Hoje em Dia – Rede Record – e foi até o local para preparar ao vivo uma receita de cuscuz de frango. Segundo Gilson Rodrigues, Presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis – que é a segunda maior favela do estado de São Paulo – o programa ao vivo aconteceu no dia 21 de dezembro e foi um grande sucesso. “O Edu ensinou a comunidade a cozinhar, proporcionando aos moradores um momento de muito lazer e diversão.</p>
<p>Além disso, em parceria com a Ceraflame, ele também anunciou a doação de panelas da marca para serem leiloadas em março com o objetivo de arrecadar fundos ao Instituto Escola do Povo, que é um programa que atua com educação de jovens e adultos aqui na comunidade”, explica.“Ficamos muito felizes de poder contribuir com o desenvolvimento da comunidade. Temos certeza que o leilão será um grande sucesso para poder contribuir na formação educacional dos moradores”, acrescenta o gerente de marketing da Ceraflame, Kilian Schroeder.</p>
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		<title>Uma educadora de adultos em Paraisópolis</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 19:27:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Vagner de Alencar para o Blog Mural da Folha SP “Tudo é aqui. Sempre trabalhei dentro da comunidade. Tive esse privilégio”. Rosimeire Pereira de Amorim, 42, trabalha desde 2001 como educadora em Paraisópolis, na região sul de São Paulo. Já trabalhou em creches com educação infantil, mas hoje dá aula de alfabetização para jovens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Vagner de Alencar</em> para o <a href="http://mural.folha.blog.uol.com.br/arch2011-06-12_2011-06-18.html#2011_06-16_16_45_25-154875123-25">Blog Mural</a> da Folha SP</p>
<blockquote><p>
“Tudo é aqui. Sempre trabalhei dentro da comunidade. Tive esse privilégio”. Rosimeire Pereira de Amorim, 42, trabalha desde 2001 como educadora em Paraisópolis, na região sul de São Paulo. Já trabalhou em creches com educação infantil, mas hoje dá aula de alfabetização para jovens e adultos. “Não tenho formação em pedagogia, mas tenho experiência. Eu amo o que faço. Está em mim”, revela.</p>
<p>Rosimeire dá aulas para duas turmas de alunos com idades que variam entre 15 e 73 anos. Ela é uma entre a dezena de profissionais que atuam na comunidade por meio do Programa Escola do Povo. Cada educador divide oito horas de trabalho por semana entre a sala de aula e acompanhamento do aluno em sua própria casa.</p>
<p>Em Paraisópolis, há quase 100 mil habitantes e deste total estima-se que 15 mil sejam analfabetos ou semi-analfabetos.</p>
<p>Assista ao vídeo e conheça um dia de aula na turma de alunos de Rosimeire _dia especial, com direito a “festa do aniversariante do mês”.</p>
<p><!--YouTube Error: bad URL entered--><br />
<strong>Escola do Povo</strong></p>
<p>O <a href="http://www.escoladopovo.org/projeto-escola-do-povo/">Programa Escola do Povo</a> é realizado pela Associação de Moradores de Paraisópolis. Surgiu em 2007 como um projeto a fim de minimizar a erradicação do analfabetismo de adultos.  Quatro anos depois, o programa tem mais de 600 alunos matriculados, 11 professores que lecionam nas mais de 20 salas de aula instaladas em igrejas, na própria Associação de Moradores da comunidade e outros locais.</p></blockquote>
<p>Errata: O Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos é realizado pelo Instituto Escola do Povo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As novas armas de Paraisópolis</title>
		<link>http://www.escoladopovo.org/as-novas-armas-de-paraisopolis/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 20:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Diário do Grande ABC A segunda maior favela da Capital, a Paraisópolis, com 80 mil habitantes, encravada entre prédios e casas luxuosas no bairro do Morumbi, Zona Sul, tem um inimigo declarado. Não é a Polícia Militar, facção criminosa, traficantes ou qualquer tipo de contravenção Os moradores têm na ponta da língua a forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5864356/as-novas-armas-de-paraisopolis.aspx">Diário do Grande ABC</a></p>
<blockquote><p>A segunda maior favela da Capital, a Paraisópolis, com 80 mil habitantes, encravada entre prédios e casas luxuosas no bairro do Morumbi, Zona Sul, tem um inimigo declarado. Não é a Polícia Militar, facção criminosa, traficantes ou qualquer tipo de contravenção</p>
<p>Os moradores têm na ponta da língua a forma de acabar com ele. Até uma organização social foi criada exclusivamente para lidar com a questão. As grandes empresas também estão envolvidas. Personalidades públicas fizeram a sua parte, alguns doaram centenas de milhares de reais para ajudar a causa. O problema não tem cara, mas deixa um rastro avassalador: o analfabetismo.</p>
<p>A União dos Moradores de Paraisópolis atua desde 2003 na proposta de erradicá-lo. Um passo largo foi dado em 2007, com a criação do programa <em>Escola do Povo</em>. A meta é que os 15 mil analfabetos ou quase 20% da população local, recebam capacitação educacional. Até agora 5.000 já aprenderam a ler e a escrever. &#8220;Nossa luta é persistente, precisamos acreditar em nossos sonhos e trazer a educação para quem mais precisa&#8221;, comentou Luzia Rosa de Deus, 24 anos, diretora e uma das primeiras professoras do programa.</p>
<p>Outras grandes mudanças também alavancaram o desenvolvimento e a autoestima da comunidade, como a entrada de grandes empresas, a instalação de agências bancárias, lojas de varejo, caixas lotéricas, até a formação de um time de rúgbi. Sem contar os investimentos das três esferas governamentais em infraestrutura, Saúde, Educação, capacitação profissional, e a alteração da postura do crime organizado.</p>
<p><strong>Passado sangrento</strong></p>
<p>Em Paraisópolis já houve o período triste e sangrento, como na maioria das favelas brasileiras. &#8220;No passado era difícil morar por aqui. Eram muitas mortes bestas e outras violentas demais. Mas a gente não tinha condições de sair&#8221;, relembrou o funcionário público Ricardo Vilela, 56 anos, mais conhecido como <em>Maguila</em>.</p>
<p>A Polícia Militar fez uma ocupação em 2009, com confrontos, mortes e a paz supostamente anunciada. A tranquilidade realmente existe para os moradores. A equipe do <strong>Diário</strong> passou um dia no local e foi abordada duas vezes por supostos marginais e ouviu o mesmo conselho dezenas de vezes da população: cuidado por onde anda.</p>
<p>Os moradores garantem que dormem tranquilamente, com as portas de casa abertas. &#8220;Quem é doido de roubar aqui dentro? Já foi o tempo em que a polícia esculachava todo <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5864356/as-novas-armas-de-paraisopolis.aspx#">mundo</a>&#8220;, contou o aposentado Pedro Morais, 65.</p>
<p>Os empresários também não se queixam da violência. É o caso da família Vilela. A filha Catarina, 26, abandonou o emprego de gerente de loja em shopping para, junto com a mãe, o pai e o marido, abrir um restaurante ao lado de casa. &#8220;Aqui está muito bom para viver e ganhar dinheiro&#8221;, avaliou a cozinheira.</p>
<p><strong>Hospital particular é referência</strong></p>
<p>O nome do Hospital Albert Einstein impõe respeito, em qualquer lugar do País. Em 1998, o centro de Saúde que é sinônimo de excelência instalou uma unidade em Paraisópolis. Alguns acham que é brincadeira. A população não acha; ao contrário, os moradores adoram e aprovam a iniciativa que em 13 anos já realizou 3,5 milhões de atendimentos em crianças. Os números são colossais. Lembram um hospital de grande porte. O complexo inspira diariamente a sua coordenadora, a pedagoga e presidente do departamento de voluntários do Hospital Albert Einstein, Telma Sobolh. &#8220;É um sonho que virou realidade à custa de muito trabalho e disposição&#8221;, contou Telma.</p>
<p>Atualmente o centro médico conta com 100 funcionários e 130 voluntários. No quadro há profissionais de todas as especialidades. &#8220;Se for necessário cirurgia ou remoção para o hospital é realizada em nossas ambulâncias&#8221;, explicou a coordenadora.</p>
<p>&#8220;Isso é uma maravilha, além do atendimento eles dão cesta básica, brinquedo, remédio. Não existe coisa melhor. Toda criança é tratada com respeito&#8221;, comentou o autônomo Ivanilson Souza, 30 anos.</p>
<p>Todos os meses a entidade distribui 10 mil cestas básicas e no Natal foram entregues 10 mil brinquedos. &#8220;Trabalhamos de forma global, no atendimento médico, na parte social e na geração de renda&#8221;, completou Telma.</p>
<p><strong>Rei da sucata sonha em construir helicóptero</strong></p>
<p><em> Berbela</em> é um artista do ferro. Sem formação ou qualquer tipo de instrução técnica, é um dos milhares que não sabem ler ou escrever em Paraisópolis. O pernambucano utiliza a imaginação e sonhos para criar. Ele nasceu Antonio Ednaldo da Silva há 46 anos. O nome de batismo ficou só nos documentos.</p>
<p>Nas ruas de Paraisópolis, quando ele passa com as suas invenções, a maioria olha. As ‘berbelinhas&#8221; fazem sucesso. Elas são bicicletas equipadas com DVD, rádio, caixa de som e muitos apetrechos de ferro e solda.</p>
<p>No seu ateliê fica uma coleção impressionante. Borboletas, gatos, cães, ratos, máquinas e experimentos dividem o pequeno espaço do galpão onde funciona a serralheria. É ganha-pão da família, que chegou à favela em 2001, com um pouquinho de dinheiro e muita disposição. &#8220;Era necessário arriscar. Ficar no Interior não dava mais. A situação estava preta&#8221;, lembrou <em>Berbela.</em></p>
<p>A mulher já chegou a chamá-lo de doido. &#8220;Maluco vai ser quando eu construir um helicóptero de sucata.&#8221;</p>
<p><strong>Rúgbi é esporte popular na comunidade</strong></p>
<p>O rúgbi é tradicionalmente um esporte de elite. Em Paraisópolis é diferente. Ali é um dos esportes preferidos de parte da garotada. Ninguém quer ser Ronaldinho ou Ronaldo. Mas todos sonham em participar da Seleção Brasileira.</p>
<p>O campo é o mesmo, a conhecida casa do Palmeirinha, o maior time de várzea da favela. Uma área de terra batida, com alambrado e refletores, onde mais de 1.000 jovens já praticaram a modalidade nos últimos seis anos, após um grupo de amigos da região do Morumbi decidiu criar o projeto <em>Rúgbi para Todos.</em></p>
<p>&#8220;Somos um projeto educacional, onde o rúgbi é a ferramenta utilizada no desenvolvimento da cidadania através da prática de princípios, lemas e valores. Fazemos acompanhamento psicopedagógico e os alunos têm avaliação comportamental, fisicomotora e técnica em rúgbi&#8221;, explicou o coordenador do projeto, Maurício Draghi.</p>
<p>No dia em que a equipe do <strong>Diário</strong> esteve em Paraisópolis havia chovido muito e essa é uma condição para cancelamento da aula. Obedientes, 11 garotos estavam com a bola e uniforme e entraram em campo apenas quando a equipe do <strong>Diário</strong> pediu para registrar as imagens. Em dois minutos os times estavam formados e começou a ‘pelada&#8221;.</p>
<p>Durante a semana, os meninos e meninas treinam três vezes e atualmente 300 crianças e adolescentes fazem parte de um time vencedor. No ano passado, a turma conquistou títulos e esteve entre os melhores clubes de São Paulo, inclusive sendo campeã.</p></blockquote>
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		<title>Bono do U2 doa boné para leilão em prol da Escola do Povo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 13:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[Da Folha de São Paulo Bono do U2 doa boné para leilão em prol de projeto em favela de SP LÍGIA MESQUITA DE SÃO PAULO O cantor Bono, do U2, doou um boné verdepara o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo. O líder da banda irlandesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/763015-bono-do-u2-doa-bone-para-leilao-em-prol-de-projeto-em-favela-de-sp.shtml">Folha de São Paulo</a></p>
<blockquote><p><strong>Bono do U2 doa boné para leilão em prol de projeto em favela de SP</strong></p>
<p><strong>LÍGIA MESQUITA</p>
<p>DE SÃO PAULO</strong></p>
<p><em>O cantor Bono, do U2, doou um boné verdepara o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo.</p>
<p>O líder da banda irlandesa escreveu a dedicatória “Amor e Pizza” no chapéu.</p>
<p>O evento beneficente, que acontecerá em agosto, em São Paulo, está sendo organizado por Wanderley Nunes, cabeleireiro do presidente Lula, da primeira-dama Marisa Letícia e de artistas como Claudia Raia e Rodrigo Santoro.</p>
<p>Wanderley conheceu Bono durante a turnê do U2 no Brasil, em 2006.</p>
<p>O cabeleireiro acompanhou o cantor em uma visita ao presidente Lula.</p>
<p>O lance mínimo pela peça deverá ser de R$ 10 mil.</em></p></blockquote>
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		<title>Presidente Lula doou seu terno da posse para leilão em prol da Escola do Povo</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 16:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Mônica Bergamo 13/05/2010 TERNO DA POSSE O presidente Lula doou o terno azul-marinho que usou em sua primeira posse, em 2003, para o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo. O evento, em junho, será organizado por Wanderley Nunes, cabeleireiro do presidente e de dona Marisa. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1305201007.htm">Mônica Bergamo 13/05/2010</a></p>
<blockquote><p><strong>TERNO DA POSSE</strong><br />
O presidente Lula doou o terno azul-marinho que usou em sua primeira posse, em 2003, para o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo. O evento, em junho, será organizado por Wanderley Nunes, cabeleireiro do presidente e de dona Marisa. O lance mínimo é de R$ 100 mil.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Faltam vagas em creches públicas de todo o Brasil</title>
		<link>http://www.escoladopovo.org/faltam-vagas-em-creches-publicas-de-todo-o-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 15:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[educação infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é um direito fundamental, previsto na Constituição, que hoje é desrespeitado. Não existem vagas suficientes para as crianças pequenas nas creches públicas do país. Quem precisa trabalhar e não tem com quem deixar os filhos, simplesmente não tem opção. Esse é um direito fundamental, previsto na Constituição, que hoje é desrespeitado. Criança pequena precisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/plugins/flash-video-player/default_video_player.gif" /></p>
<blockquote><p><strong>Esse é um direito fundamental, previsto na Constituição, que hoje é desrespeitado.</strong></p>
<p>Não existem vagas suficientes para as crianças pequenas nas creches públicas do país. Quem precisa trabalhar e não tem com quem deixar os filhos, simplesmente não tem opção. Esse é um direito fundamental, previsto na Constituição, que hoje é desrespeitado.</p>
<p>Criança pequena precisa de atenção o tempo todo. Quando os pais têm que trabalhar, a creche é uma solução. Mas duas mães não conseguem sair da fila de espera. Elas moram na segunda maior favela de São Paulo. A doméstica Cláudia Nascimento de Sena aguarda há um ano por uma vaga para Guilherme. Para Mateus, ela nem fez a inscrição. <span id="more-604"></span></p>
<p>“Fica difícil, porque precisa trabalhar para poder ter alimentação para as crianças, comprar roupas, essas coisas. É remédio quando criança precisa”, aponta Cláudia Nascimento de Sena.</p>
<p>A doméstica Naldeir Mendes de Melo também precisa trabalhar. O difícil é saber com quem deixar a filha de 3 anos: “Está devagar, não está tendo vaga. Mas a gente vai correr atrás”.</p>
<p>O bairro de Paraisópolis, em São Paulo, tem a população de uma cidade, são cem mil habitantes. Há três creches &#8212; uma é municipal e duas têm convênio com a prefeitura. Atendem no total, 1,2 mil crianças. Mas, segundo o último levantamento da Associação de Moradores, outras cinco mil crianças precisam de vagas e não conseguem.</p>
<p>“A nossa ideia é que precisamos de mais cinco creches para garantir que pelo menos parte da população que está sem vaga dentro de Paraisópolis possa ser atendida”, calcula o presidente da União dos Moradores/Paraisópolis Gilson Rodrigues.</p>
<p>Na cidade de São Paulo, os números são muito maiores: 50 mil crianças aguardam na fila. A falta de vagas em creches atinge o país todo. No Rio de Janeiro, 30.189 crianças estão matriculadas. Outras 100 mil estão à espera. Em Belo Horizonte, 60 mil crianças são atendidas e 7,7 mil ainda estão na fila. Belém conta com 11 mil vagas. Outras 2 mil não têm com quem ficar.</p>
<p>Mesmo assim, o censo escolar de educação básica do Inep mostra que a oferta de vagas nas creches cresceu 8,3% no Brasil, em 2009. Movimentos de defesa da educação calculam que seria necessário criar, pelo menos, 10 milhões de vagas para acabar com o problema.</p>
<p>“É necessário que as autoridades realizem um planejamento, coloquem educação na sua agenda política e transformem com uma política de estado. A população deve cobrar, para que o problema da falta e educação infantil não seja esse caos que é nacionalmente”, defende a promotora da Infância e Juventude/SP Laila Shukair.</p>
<p>Segundo a prefeitura de São Paulo, na favela de Paraisópolis há cinco creches e não três. Mas o número de crianças atendidas é menor pelo levantamento da prefeitura: 700. A fila de espera ali, ainda de acordo com a prefeitura, atualmente tem 1.348 crianças cadastradas.</p>
<p>O Plano Nacional de Educação prevê que, até 2011, pelo menos metade das crianças de zero a 3 anos estejam em creches. Para isso, o Brasil precisaria criar 4,2 milhões de vagas.</p></blockquote>
<p>Do site do <a href="http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1439035-16020,00-FALTAM+VAGAS+EM+CRECHES+PUBLICAS+DE+TODO+O+BRASIL.html">Bom dia Brasil</a></p>
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		<title>Anafalbetismo fica quase estável no país</title>
		<link>http://www.escoladopovo.org/anafalbetismo-fica-quase-estavel-no-pais/</link>
		<comments>http://www.escoladopovo.org/anafalbetismo-fica-quase-estavel-no-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 00:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[De 2007 para 2008, o analfabetismo caiu de 10,1% para 10% entre os brasileiros. O país ainda tem 14 milhões de analfabetos. A redução foi maior no Nordeste, com quase o dobro da média do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/plugins/flash-video-player/default_video_player.gif" /></p>
<blockquote><p><em>De 2007 para 2008, o analfabetismo caiu de 10,1% para 10% entre os brasileiros. O país ainda tem 14 milhões de analfabetos. A redução foi maior no Nordeste, com quase o dobro da média do país.</em></p>
<p>A pesquisa do IBGE mostrou ainda que a queda no analfabetismo foi muito discreta. Veja na reportagem de Alan Severiano.<span id="more-570"></span></p>
<p>Um convite para recuperar o tempo perdido e fazer um curso de alfabetização. “Ler e escrever ajuda a gente, não precisa depender dos outros”, disse a babá Eulália de Jesus.</p>
<p>De 2007 para 2008, o analfabetismo caiu de 10,1% para 10% entre os brasileiros. O país ainda tem 14 milhões de analfabetos.</p>
<p>&#8220;Teve momento que reduzimos 0,7%, 0,4% esse ano foi 0,1%. Um soluço indesejável, mas no ritmo da série histórica nós cumpriremos as metas de Dakar de reduzir em 50% até 2015 a taxa de analfabetismo no Brasil”, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad.</p>
<p>A redução foi mais significativa na região Nordeste, que tem quase o dobro da média do país. As pessoas que sabem ler e escrever, mas têm dificuldade de compreender textos, os analfabetos funcionais ainda passam de 20% da população. A porcentagem de crianças na escola subiu e a média de anos de estudo aumentou de 6,9 para 7,1 anos.</p>
<p>Enquanto a educação melhora lentamente, o mercado de trabalho acelera o ritmo de contratações de quem tem mais anos de estudo. O descompasso entre a mão de obra e o perfil das vagas se traduz em menos oportunidade para muita gente: 41% das vagas são ocupadas por pessoas que estudaram mais de 11 anos.</p>
<p>Quem ficou menos tempo na escola, como Maria Gilda da Silva, se surpreende com as exigências. “Para lavar prato você precisa fazer matemática? Não, né?”, questiona ela.</p>
<p>Mesmo quem aceita ganhar pouco nem sempre consegue uma vaga: “Elas provavelmente vão ficar fora do mercado, e aí buscar outras alternativas pra sobreviver, como mercado informal, vão ser camelôs ou qualquer outra atividade que não exija a escolaridade”, explica o gerente do Centro de Apoio ao Trabalho da Prefeitura de SP, Nelson Miguel Jr.</p>
<p>A educadora da USP, Stela Piconez, diz que a situação só vai mudar se os cursos para adultos tiverem mais tempo e mais qualidade.</p>
<p>“Se ele não tiver uma fundamentação forte, que ele poderia ter adquirido nos anos de escolaridade, ele dificilmente saberá lidar com as demandas do mercado de trabalho”, declarou a educadora.</p>
<p>Severino e Edileuza não passaram da quarta série, estão desempregados e tentam evitar um futuro igual para os três filhos.</p>
<p>“Por isso digo para os meus filhos. Vai estudar, quando chega em casa não acabou o estudo, brinca um pouco para sempre estudar, né?”, disse Severino.</p></blockquote>
<p>Do Site do <a href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1310378-10406,00-ANAFALBETISMO+FICA+QUASE+ESTAVEL+NO+PAIS.html">Jornal Nacional</a> 18/09/2009</p>
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		<title>Programa de urbanização de Paraisópolis será destaque na próxima Bienal de Arquitetura de Roterdã</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 21:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto brasileiro foi considerado pela organização do evento como exemplo na busca de melhor qualidade de vida nas grandes metrópoles Por Ana Paula Rocha O programa de urbanização da favela Paraisópolis, em São Paulo, será uma das atrações da 4ª Bienal Internacional de Arquitetura de Roterdã, na Holanda. A mostra tem como tema principal &#8220;Cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Projeto brasileiro foi considerado pela organização do evento como exemplo na busca de melhor qualidade de vida nas grandes metrópoles</strong></p>
<p><em><strong>Por Ana Paula Rocha</strong></em></p>
<p><img class="alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/06/i120490.jpg" alt="" width="200" height="150" />O programa de urbanização da favela Paraisópolis, em São Paulo, será uma das atrações da 4ª Bienal Internacional de Arquitetura de Roterdã, na Holanda. A mostra tem como tema principal &#8220;Cidade Aberta &#8211; Desenhando a Coexistência&#8221; e vai apresentar intervenções urbanísticas que são exemplos na busca de melhor qualidade de vida nas grandes metrópoles.</p>
<p>O projeto elaborado pela prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Habitação, prevê a implantação de infraestrutura, serviços públicos e unidades habitacionais para o desenvolvimento sustentável do complexo composto por Paraisópolis, Jardim Colombo e Porto Seguro. No total, serão cerca de 60 mil habitantes beneficiados.</p>
<p>As intervenções, estimadas em R$ 2 bilhões, foram propostas por seis equipes nacionais e internacionais de arquitetura: Ciro Pirondi em parceria com Ruben Otero e Anália Amorim; MMBB com consultoria de Harvard; Suzel Maciel e Marcos Boldarini; Urban Think Tank; Chrstian Kerez; e Elemental. Entre as mudanças previstas, estão a instalação de sistemas de captação de energia solar e de água de chuva, a canalização do córrego Antonico, a revitalização da área de risco do Grotão, além da construção da Avenida Perimetral, ciclovias e áreas de lazer, entre outros.</p>
<div id="attachment_901" class="wp-caption alignnone" style="width: 620px"><a href="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/06/i120488.jpg"><img class="size-full wp-image-901 " title="i120488" src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/06/i120488.jpg" alt="i120488" width="610" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Área de risco do Grotão, que poderia deslizar, foi toda revitalizada e ganhou áreas de lazer</p></div>
<p>As obras na favela de Paraisópolis começaram em 2008 e poderão ser vistas na seção Squat da mostra principal do evento. No próximo dia 10 de junho a delegação da bienal vai se reunir em São Paulo com representantes da equipe brasileira envolvida no projeto para acertar mais detalhes da exposição. A 4ª Bienal Internacional de Arquitetura de Roterdã acontece entre os dias 24 de setembro deste ano a 10 de janeiro de 2010.</p>
<div id="attachment_901" class="wp-caption alignnone" style="width: 620px"><a href="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/06/i120487.jpg"><img class="size-full wp-image-900  " title="i120487" src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/06/i120487.jpg" alt="Casas próximas a escadaria do Antonico tiveram suas fachadas reformadas" width="610" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Área de risco do Grotão, que poderia deslizar, foi toda revitalizada e ganhou áreas de lazer</p></div>
<p><a href="http://www.piniweb.com.br/construcao/carreira-exercicio-profissional-entidades/programa-de-urbanizacao-de-paraisopolis-sera-destaque-na-proxima-bienal-141100-1.asp">PINIweb.com.br</a></p></blockquote>
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		<title>Paulo Skaf visita Paraisópolis e anuncia cursos de qualificação para a comunidade</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 22:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Após percorrer ruas e vielas da comunidade de Paraisópolis, no último dia 25 de março e se encontrar com lideranças da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, o presidente da Fiesp e do Sesi/Senai-SP, Paulo Skaf, anunciou a implantação de cursos de qualificação profissional para a região. A visita teve como objetivo fazer um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/03/PARAISOPOLIS-48.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-590" style="margin-left: 2px; margin-right: 2px;" title="PARAISOPOLIS (48)" src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/03/PARAISOPOLIS-48.jpg" alt="PARAISOPOLIS (48)" width="253" height="168" /></a>Após percorrer ruas e vielas da comunidade de Paraisópolis, no último dia 25 de março e se encontrar com lideranças da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, o presidente da Fiesp e do Sesi/Senai-SP, Paulo Skaf, anunciou a implantação de cursos de qualificação profissional para a região.</p>
<p>A visita teve como objetivo fazer um diagnóstico da área social, educacional e formação de mão-de-obra na comunidade. &#8220;Milhares de trabalhadores moram aqui e, muitos, inclusive, de maneira extremamente precária&#8221;, afirmou Skaf. &#8220;Sabemos que há muito o que fazer e estamos prontos a ajudar&#8221;. Segundo Skaf, no prazo de 60 dias, a comunidade contará com Unidades Móveis dos Programas de Formação de Mão-de-Obra, Alimente-se Bem e Costureira Industrial, além do curso de formação de Mão-de-obra para a Construção Civil.</p>
<p>Antes de iniciar o encontro com os líderes comunitários, Paulo Skaf conheceu projetos sociais que já estão em andamento e as obras de infraestrutura que já estão em execução. Acompanhado do presidente da União, Gilson Rodrigues, as visitas começaram pelas viela Passarinho, Taubaté, Souza e a sede da Casa da Amizade no Grotão.</p>
<p>Skaf conheceu a EMEI, as obras de 750 apartamentos da CDHU e as do CEU, além do Barracão dos Sonhos, projeto mantido pela comunidade com várias atividades culturais. Em conversas com diversos moradores, Skaf afirmou: &#8220;O que os olhos não vêem o coração não sente. É bom conhecer para tomar decisões&#8221;, referindo-se ao apoio que o Sesi/Senai-SP pode dar aos moradores locais.</p>
<p>&#8220;A parceira com o Sesi/Senai de São Paulo garante para a comunidade qualificação profissional e geração de renda, fundamentais ao nosso desenvolvimento&#8221;, declarou Gilson Rodrigues diante da confirmação da chegada das unidades móveis de formação.</p>
<p>O presidente do Sesi/Senai-SP, Paulo Skaf, visitou ainda o ambulatório montado pelo Hospital Albert Einstein que atende 18 mil pacientes por ano, incluindo cerca de 10 mil crianças.</p>
<p>*Redação com Djalma Lima, Agência Indusnet Fiesp</p>
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		<title>União dos Moradores de Paraisópolis é empossada</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 22:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A cerimônia teve a presença de moradores da comunidade, de representantes de ONGs que atuam em Paraisópolis, de responsáveis pelo projeto social do Hospital Albert Einstein na comunidade, de autoridades políticas da Prefeitura e do Estado de São Paulo, além da presença do prefeito da cidade, Gilberto Kassab (DEM), que discursou para o público e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/01/p1010015-500x384.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-484" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="p1010015-500x384" src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/01/p1010015-500x384.jpg" alt="p1010015-500x384" width="350" height="269" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A cerimônia teve a presença de moradores da comunidade, de representantes de ONGs que atuam em Paraisópolis, de responsáveis pelo projeto social do Hospital Albert Einstein na comunidade, de autoridades políticas da Prefeitura e do Estado de São Paulo, além da presença do prefeito da cidade, Gilberto Kassab (DEM), que discursou para o público e empossou o presidente da União dos Moradores, Gilson Rodrigues.</p>
<p style="text-align: justify;">O novo presidente é jovem, tem apenas 24 anos, mas mostra que tem talento e determinação para ocupar o cargo, que ele vinha conduzindo há dois anos. Gilson está fazendo um trabalho muito bom na comunidade, com destaque para “<em>Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos Escola do Povo</em>“, projeto que visa erradicar o analfabetismo em Paraisópolis. Ele também já tinha concedido uma <a title="entrevista para este blog" href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/?p=188">entrevista para este blog</a>, em um artigo assinado pelo jornalista James Freitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Publicado no <a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/?p=2505">Blog da Comunicação</a>.</p>
</blockquote>
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