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	<title>Escola do Povo &#187; Destaque</title>
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	<description>É você quem decide aonde quer chegar!</description>
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		<title>Bono do U2 doa boné para leilão em prol da Escola do Povo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 13:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[Da Folha de São Paulo Bono do U2 doa boné para leilão em prol de projeto em favela de SP LÍGIA MESQUITA DE SÃO PAULO O cantor Bono, do U2, doou um boné verdepara o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo. O líder da banda irlandesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/763015-bono-do-u2-doa-bone-para-leilao-em-prol-de-projeto-em-favela-de-sp.shtml">Folha de São Paulo</a></p>
<blockquote><p><strong>Bono do U2 doa boné para leilão em prol de projeto em favela de SP</strong></p>
<p><strong>LÍGIA MESQUITA</p>
<p>DE SÃO PAULO</strong></p>
<p><em>O cantor Bono, do U2, doou um boné verdepara o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo.</p>
<p>O líder da banda irlandesa escreveu a dedicatória “Amor e Pizza” no chapéu.</p>
<p>O evento beneficente, que acontecerá em agosto, em São Paulo, está sendo organizado por Wanderley Nunes, cabeleireiro do presidente Lula, da primeira-dama Marisa Letícia e de artistas como Claudia Raia e Rodrigo Santoro.</p>
<p>Wanderley conheceu Bono durante a turnê do U2 no Brasil, em 2006.</p>
<p>O cabeleireiro acompanhou o cantor em uma visita ao presidente Lula.</p>
<p>O lance mínimo pela peça deverá ser de R$ 10 mil.</em></p></blockquote>
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		<title>Bicentenário, analfabetismo e potência social</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 21:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao tempo em que registramos a expansão do número de universidades públicas, de escolas técnicas, de ampliação dos recursos para a educação básica, a própria colocação da meta de erradicar o analfabetismo para 2022 talvez indique, por si só, não ter havido, até o momento, uma priorização de medidas eficazes para alcançá-la]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Ao tempo em que registramos a expansão do número de universidades públicas, de escolas técnicas, de ampliação dos recursos para a educação básica, a própria colocação da meta de erradicar o analfabetismo para 2022 talvez indique, por si só, não ter havido, até o momento, uma priorização de medidas eficazes para alcançá-la</em></p>
<p><strong>BETO ALMEIDA*</strong></p>
<p>Talvez seja a primeira vez que o Brasil percebe tanta clareza, realismo e pontaria num projeto estratégico de longo prazo, sem escorregar para um discurso de Brasil Potência do passado ditatorial, que desprezava por completo a existência de um povo majoritariamente pobre habitando e construindo este país. Agora, as metas realçam os objetivos sociais. É como se o discurso lúcido do ministro Samuel Pinheiro Guimarães estivesse a nos alertar: não podemos ser Brasil Potência com milhões de analfabetos, sem saneamento básico, sem cinema, sem cultura, com 60 mil homicídios por ano, com nossa juventude pobre capturada pelo narcotráfico, com a situação dantesca dos nossos hospitais públicos!!!</p>
<p>Naquele discurso anterior, constatava-se, com um tom de arrogância, a defesa de um tipo de desenvolvimento que concentrava a riqueza e penalizava o povo brasileiro. Aí está o resultado: somos um país emergente, mas ainda somos um dos campeões mundiais em desigualdade social! O Plano Brasil 2022 vem para corrigir aquele modelo: temos que ser potência social! </p>
<p><strong>MONTEIRO LOBATO </strong></p>
<p>Incansável na luta pela democratização da cultura, o genial Monteiro Lobato sempre sentiu a amarga barreira social do analfabetismo a travar o progresso do povo brasileiro. Procurou a família Mesquita, proprietária do centenário jornal paulista. Disse-lhes que a imprensa poderia ter um papel determinante colaborando para a erradicação do analfabetismo, e propôs claramente uma ação prática, conjunta. Um dos membros da família, pensou na proposta, matutou em silêncio e afinal disparou: “Oh, Lobato, mas se todos aprenderem a ler e escrever&#8230; quem é que vai pegar na enxada???!!!” Confissão da indiferença social das elites, sempre operando para impedir o combate concreto ao analfabetismo como uma das prioridades nacionais.</p>
<p>Enterramos nossos geniais educadores &#8211; Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire &#8211; possivelmente com a mágoa de não terem alcançado tarefa tão nobre, libertadora e tão realizável. A não ser quando as políticas públicas não priorizam o combate ao analfabetismo, ele está sempre a nos desafiar. Anísio morreu em circunstância estranhas, no auge da ditadura, enquanto Paulo Freire e Darcy foram enxotados para o exílio. Para nossa vergonha, foram altamente reconhecidos internacionalmente pelas suas qualidades, mas não aqui. Vários governos os contrataram para que atuassem nas políticas públicas de superação da ignorância e do atraso social. Darcy esteve no Chile, de Allende, e no Peru, de Alvarado, a enfrentar as mesmas oligarquias que aqui cultivaram sempre a manutenção do analfabetismo. Paulo Freire caminhou com seu método libertário pela África que derrotava o colonialismo português e depois foi recebido de braços abertos pela Nicarágua Sandinista que, com um ano da Cruzada Nacional de Alfabetização, viu um povo campesino e pobre aprender a ler e escrever. Com a ajuda de professores cubanos &#8211; muitos assassinados pela contra-revolução a soldo norte-americana &#8211; pois Cuba desde o início da década de 60 já não convivia mais com esta praga social do analfabetismo, erradicado em um ano, com intensa e generosa mobilização social, e já tinha condições de exportar educadores.</p>
<p>De tal forma o analfabetismo nos persegue e nos desafia que em 1988, na Constituição Cidadã, em suas Disposições Transitórias, é fixado o prazo de 10 anos para a sua eliminação. Como tantas metas constitucionais, esta também não foi cumprida. No entanto, foi cumprida religiosamente aquela contida no artigo 166 da Carta, praticamente sacralizando o pagamento dos serviços da dívida, proibindo constitucionalmente sua suspensão, em qualquer situação. Esta é uma invenção financeira brasileiríssima, nenhum país tem dispositivo semelhante em sua Constituição. Serviços da dívida pagos aos rentistas, intocáveis; combate ao analfabetismo&#8230; deixa prá depois. </p>
<p><strong>SABOTAGENS </strong></p>
<p>A Argentina praticamente erradicou o analfabetismo em 1952. Ele tendeu a ressurgir na década neoliberal, quando mais se espalharam villas miséria (favelas) e desemprego pelo País vizinho. Segundo estudos do prof. Márcio Pochmann, presidente do IPEA, se a política econômica implantada na Era Vargas não tivesse sido demolida o Brasil seria hoje a terceira maior economia do mundo. Foi lá atrás o início do Programa Nuclear Brasileiro, a industrialização, a nacionalização da energia, da marinha mercante, das ferrovias, medidas combinadas com a implantação de direitos trabalhistas e a seguridade social. Uma grande sabotagem veio em 1954, com o golpe que leva o presidente Vargas ao suicídio.</p>
<p>Nova sabotagem veio em 1964, com a plena vitória do golpe que não alcançou seu objetivo total em 1954, o tiro no coração frusta o golpismo. A derrota da ditadura não impediu que também a estrutura montada na Era Vargas pudesse ser preservada no vendaval neoliberal dos anos 90.</p>
<p>Hoje, novamente, o povo brasileiro está buscando impulsionar, com suas lutas e o seu voto, um processo de mudanças que permita ao Brasil ter toda sua potencialidade desenvolvida como nação justa, democrática e soberana. O Plano 2022 é uma expressão desta busca. Mas, ainda assim, sabotagens várias continuam operando.</p>
<p>Uma delas, a pressão para a manutenção de altas taxas de juros. A cada nova elevação quantas pequenas e médias empresas vão à falência? Quantos novos desempregados surgem? Quantos destes não vão engordar uma população carcerária tratada de modo animal, sem que as políticas de direitos humanos consigam evitar a prática diária de torturas, aumentando a ferocidade destes presidiários quando soltos? A taxa de juros alta inibe a produção, o crescimento da economia que permitiria gerar mais emprego, fortalecer o consumo, o mercado interno. Eis aí uma sabotagem promovida pelo poder financeiro, com apoio midiático, que sempre torce e enaltece a elevação dos juros. </p>
<p><strong>POSSIBILIDADES </strong></p>
<p>Apesar disso, as possibilidades de que as metas do Plano Brasil 2022 sejam cumpridas são reais, inclusive com a clara possibilidade de que tais armadilhas sejam desativadas por meio do fortalecimento das políticas públicas. Os bancos públicos brasileiros se fortaleceram com a crise internacional do capitalismo eclodida em 2008 e ainda não debelada, muito pelo contrário. As lições são claras: os países que menos sofreram com a crise são aqueles que possuem alto grau de controle estatal sobre o seu sistema financeiro, China e Índia, fundamentalmente.</p>
<p>Enfrentadas estas sabotagens, teremos sim possibilidades não apenas de promover no Brasil um crescimento econômico que não se combine com indecente acumulação de capital, mas com sua distribuição. Muitas das políticas públicas já implementadas recentemente, como a Bolsa Família, cuja expansão é sugerida pelo ministro Samuel Pinheiro Guimarães, já estão provando que ações de estado são capazes sim de reduzir a desnutrição, aumentar o consumo de bens essenciais, muito embora a miséria extrema ainda não tenha sido totalmente debelada. Esta é a meta.</p>
<p>Ao tempo em que registramos a expansão do número de universidades públicas, de escolas técnicas, de ampliação dos recursos para a educação básica, a própria colocação da meta de erradicar o analfabetismo para 2022 talvez indique, por si só, não ter havido, até o momento, uma priorização de medidas eficazes para alcançá-la.</p>
<p>A comparação é inevitável. Países com economias muito mais frágeis e com menos recursos que a brasileira, como Cuba, Nicarágua, Venezuela, Equador e Bolívia &#8211; esta talvez a economia mais débil da América do Sul &#8211; já conseguiram erradicar o analfabetismo, tal como anunciou a UNESCO. Nem mesmo estas simples informações objetivas são divulgadas à sociedade brasileira. Recentemente, um experimentado professor de Relações Internacionais de universidade pública confessou desconhecer o fato de que a Bolívia, com toda sua dramática herança social, já tinha alcançado superar o analfabetismo. E duvidou. Até quando lhe foi apresentada a declaração da UNESCO reconhecendo a gigantesca conquista da nação andina. Informação que a mídia jamais divulgou&#8230;</p>
<p>Ora, se a Bolívia conseguiu, por que não nós? Se a China conseguiu, há muito tempo, alfabetizar seu povo, arrancá-lo do poço de miséria e doenças em que vivia, transformando-se hoje numa potência que atua no espaço sideral e no país que mais fabrica computadores do mundo, por que não nós?</p>
<p>O Plano Brasil 2022, que será submetido a consulta pública, tem este mérito. Define claramente os alvos, não ignora nossa gigantesca dívida social, não teme afirmar que pretendemos ser uma potência olímpica, que devemos ter índices de saúde e educação muitíssimos mais elevados, não teme reconhecer que ainda estamos em dívida com os brasileiros. Já não exalta mais um tipo de crescimento reduzido a indicadores de produção e de economia. É um claro sinal de alerta para que saibamos, como Nação, rejeitar a idéia de um Brasil potência com um povo miserável, sem educação, desdentado, sem saúde, sem saneamento, sem emprego, com toda uma juventude nos cárceres. O povo brasileiro, pela sua história, merece que os trilionários recursos do petróleo pré-sal, ao invés de abocanhados pelas transnacionais que levaram Vargas à morte, sejam a alavanca fundamental de transformações sociais que transformem o Brasil não apenas numa economia forte, mas também numa potência social. O Plano Brasil 2022 é um sinal de consciência de que isto é possível! Muito embora, as sabotagens existam e devam ser enfrentadas corajosamente.</p>
<p><em>* Presidente da TV Comunitária de Brasília</em></p></blockquote>
<p>Do <a href="http://horadopovo.com.br/2010/maio/2867-28-05-2010/P10/pag10a.htm">Jornal do Hora do Povo &#8211; 28 de Maio de 2010</a></p>
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		<title>Presidente Lula doou seu terno da posse para leilão em prol da Escola do Povo</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 16:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mônica Bergamo 13/05/2010 TERNO DA POSSE O presidente Lula doou o terno azul-marinho que usou em sua primeira posse, em 2003, para o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo. O evento, em junho, será organizado por Wanderley Nunes, cabeleireiro do presidente e de dona Marisa. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1305201007.htm">Mônica Bergamo 13/05/2010</a></p>
<blockquote><p><strong>TERNO DA POSSE</strong><br />
O presidente Lula doou o terno azul-marinho que usou em sua primeira posse, em 2003, para o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo. O evento, em junho, será organizado por Wanderley Nunes, cabeleireiro do presidente e de dona Marisa. O lance mínimo é de R$ 100 mil.</p></blockquote>
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		<title>AMP realiza caminhada em comemoração ao Dia Internacional da Mulher</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 15:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2010/03/caminhada_Convite-AMP.jpg"><img src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2010/03/caminhada_Convite-AMP.jpg" alt="" title="caminhada_Convite-AMP" width="600" height="434" class="alignleft size-full wp-image-618" /></a></p>
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		<title>Faltam vagas em creches públicas de todo o Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 15:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse é um direito fundamental, previsto na Constituição, que hoje é desrespeitado. Não existem vagas suficientes para as crianças pequenas nas creches públicas do país. Quem precisa trabalhar e não tem com quem deixar os filhos, simplesmente não tem opção. Esse é um direito fundamental, previsto na Constituição, que hoje é desrespeitado. Criança pequena precisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/plugins/flash-video-player/default_video_player.gif" /></p>
<blockquote><p><strong>Esse é um direito fundamental, previsto na Constituição, que hoje é desrespeitado.</strong></p>
<p>Não existem vagas suficientes para as crianças pequenas nas creches públicas do país. Quem precisa trabalhar e não tem com quem deixar os filhos, simplesmente não tem opção. Esse é um direito fundamental, previsto na Constituição, que hoje é desrespeitado.</p>
<p>Criança pequena precisa de atenção o tempo todo. Quando os pais têm que trabalhar, a creche é uma solução. Mas duas mães não conseguem sair da fila de espera. Elas moram na segunda maior favela de São Paulo. A doméstica Cláudia Nascimento de Sena aguarda há um ano por uma vaga para Guilherme. Para Mateus, ela nem fez a inscrição. <span id="more-604"></span></p>
<p>“Fica difícil, porque precisa trabalhar para poder ter alimentação para as crianças, comprar roupas, essas coisas. É remédio quando criança precisa”, aponta Cláudia Nascimento de Sena.</p>
<p>A doméstica Naldeir Mendes de Melo também precisa trabalhar. O difícil é saber com quem deixar a filha de 3 anos: “Está devagar, não está tendo vaga. Mas a gente vai correr atrás”.</p>
<p>O bairro de Paraisópolis, em São Paulo, tem a população de uma cidade, são cem mil habitantes. Há três creches &#8212; uma é municipal e duas têm convênio com a prefeitura. Atendem no total, 1,2 mil crianças. Mas, segundo o último levantamento da Associação de Moradores, outras cinco mil crianças precisam de vagas e não conseguem.</p>
<p>“A nossa ideia é que precisamos de mais cinco creches para garantir que pelo menos parte da população que está sem vaga dentro de Paraisópolis possa ser atendida”, calcula o presidente da União dos Moradores/Paraisópolis Gilson Rodrigues.</p>
<p>Na cidade de São Paulo, os números são muito maiores: 50 mil crianças aguardam na fila. A falta de vagas em creches atinge o país todo. No Rio de Janeiro, 30.189 crianças estão matriculadas. Outras 100 mil estão à espera. Em Belo Horizonte, 60 mil crianças são atendidas e 7,7 mil ainda estão na fila. Belém conta com 11 mil vagas. Outras 2 mil não têm com quem ficar.</p>
<p>Mesmo assim, o censo escolar de educação básica do Inep mostra que a oferta de vagas nas creches cresceu 8,3% no Brasil, em 2009. Movimentos de defesa da educação calculam que seria necessário criar, pelo menos, 10 milhões de vagas para acabar com o problema.</p>
<p>“É necessário que as autoridades realizem um planejamento, coloquem educação na sua agenda política e transformem com uma política de estado. A população deve cobrar, para que o problema da falta e educação infantil não seja esse caos que é nacionalmente”, defende a promotora da Infância e Juventude/SP Laila Shukair.</p>
<p>Segundo a prefeitura de São Paulo, na favela de Paraisópolis há cinco creches e não três. Mas o número de crianças atendidas é menor pelo levantamento da prefeitura: 700. A fila de espera ali, ainda de acordo com a prefeitura, atualmente tem 1.348 crianças cadastradas.</p>
<p>O Plano Nacional de Educação prevê que, até 2011, pelo menos metade das crianças de zero a 3 anos estejam em creches. Para isso, o Brasil precisaria criar 4,2 milhões de vagas.</p></blockquote>
<p>Do site do <a href="http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1439035-16020,00-FALTAM+VAGAS+EM+CRECHES+PUBLICAS+DE+TODO+O+BRASIL.html">Bom dia Brasil</a></p>
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		<title>1º Congresso da Associação das Mulheres de Paraisópolis</title>
		<link>http://www.escoladopovo.org/1-congresso-da-associacao-das-mulheres-de-paraisopolis-2009/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 23:56:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[O 1º Congresso da Associação das Mulheres de Paraisópolis realizado no último dia 28 de novembro no CEU Paraisópolis, contou com a presença de aproximadamente 600 delegadas, uma parte delas acompanhadas de seus filhos (400) e teve como objetivo organizar as mulheres de nossa comunidade para a conquista de seus direitos. O congresso contou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p> O 1º Congresso da Associação das Mulheres de Paraisópolis realizado no último dia 28 de novembro no CEU Paraisópolis, contou com a presença de aproximadamente 600 delegadas, uma parte delas acompanhadas de seus filhos (400) e teve como objetivo organizar as mulheres de nossa comunidade para a conquista de seus direitos.</p>
<p>O congresso contou com a presença de Marcia Campos, presidente da Federação Democrática Internacional de Mulheres, junto a representantes da Federação de Mulheres Cubanas que vieram prestigiar nossa comunidade; Lídia Correa, presidente da Federação das Mulheres Paulistas; Maria Tereza Diniz, coordenadora do Programa de Urbanização de Paraisópolis; o senhor Paulo Mesquita, representando a secretária de assistência e desenvolvimento social do Estado de SP Rita Passos; representantes do Congresso Nacional Afro Brasileiro, Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, entre outras autoridades, diretores de organizações e lideranças da comunidade de Paraisópolis.</p>
<p>As delegadas puderam ainda assistir a palestra proferida pela representante da Dra. Albertina Duarte da Secretaria de Saúde de SP sobre violência contra a mulher.</p>
<p>Ao final foi eleita a nova diretoria da Associação das Mulheres de Paraisópolis, composta por lideranças de todas as regiões, contemplando a participação de todas as ativistas envolvidas com a questão da mulher. As participantes do congresso elegeram por unanimidade a chapa apresentada e a reeleição de Juliana Gonçalves para mais um mandato na presidência da entidade.</p>
<p>Durante o congresso, a entidade organizou também o cadastramento de demanda para diversos programas sociais, que serão agora apresentados ao poder público enquanto reivindicação de toda a comunidade. </p>
</blockquote>
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		<title>1º Congresso da Associação das Mulheres de Paraisópolis</title>
		<link>http://www.escoladopovo.org/1-congresso-da-associacao-das-mulheres-de-paraisopolis/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação das Mulheres de Paraisópolis tem a honra de convidá-lá (o) para o seu 1° Congresso, que contará com diversas salas de debate sobre a situação da mulher na comunidade de Paraisópolis. Dia 28/11/2009 Das 09h00 às 17h00 CEU Paraisópolis Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação das Mulheres de Paraisópolis tem a honra de convidá-lá (o) para o seu 1° Congresso, que contará com diversas salas de debate sobre a situação da mulher na comunidade de Paraisópolis.</p>
<p><strong>Dia 28/11/2009<br />
Das 09h00 às 17h00<br />
CEU Paraisópolis<br />
Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva </strong></p>
<p><a href="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/11/Convite-AMP.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-594" title="Convite-AMP" src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/11/Convite-AMP.jpg" alt="Convite-AMP" width="638" height="460" /></a><br />
<a href="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/11/Convite-AMP2.jpg"><img src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/uploads/2009/11/Convite-AMP2.jpg" alt="Convite-AMP2" title="Convite-AMP2" width="638" height="460" class="alignleft size-full wp-image-595" /></a></p>
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		<title>Aprovada emenda que dá mais R$ 8 bi para educação</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Carol Pires Verba integral será repassada a partir de 2011, quando termina a DRU A Desvinculação das Receitas da União (DRU) deixará de incidir gradativamente no orçamento da educação até não ser mais cobrada, em 2011. A proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera o mecanismo foi aprovada ontem por unanimidade pelo plenário do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Carol Pires</em></p>
<p><strong>Verba integral será repassada a partir de 2011, quando termina a DRU</strong></p>
<p>A Desvinculação das Receitas da União (DRU) deixará de incidir gradativamente no orçamento da educação até não ser mais cobrada, em 2011. A proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera o mecanismo foi aprovada ontem por unanimidade pelo plenário do Senado, após seis anos de tramitação no Congresso. O projeto precisa, agora, ser promulgado em sessão do Congresso Nacional para entrar em vigor.<span id="more-573"></span></p>
<p>O fim da DRU na educação será gradativo &#8211; 12,5% neste ano, 5% em 2010 e nada a partir de 2011. O fim da vinculação resultará em mais R$ 4 bilhões no Orçamento deste ano, previsto em R$ 41 bilhões. Em 2010, o fim da DRU representará R$ 8 bilhões a mais.</p>
<p>A DRU é um mecanismo que autoriza o governo a reter 20% de toda arrecadação sem justificar no projeto de orçamento a destinação dos recursos. A educação também era afetada pela DRU, uma vez que a Constituição determina que 18% da arrecadação com tributos federais deve ser destinada à área. A estimativa do Ministério da educação é de que o setor perdeu cerca de R$ 100 bilhões desde 1996, quando a DRU foi instituída.</p>
<p>Se pudéssemos contar com esses recursos, teríamos mais professores com nível superior, mais crianças na pré-escola e mais jovens no ensino médio, disse ao Estado a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), autora da emenda. A PEC 96/2003 já havia sido aprovada em dois turnos pelo Senado, quando recebeu parecer favorável do senador Jefferson Pérez (PDT-AM), já falecido. O projeto, porém, foi aprovado pela Câmara dos Deputados em setembro deste ano com alterações e por isto precisou passar por nova rodada de votação no Senado, onde foi relatada pela senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO).</p>
<p>O fim da incidência da DRU na educação chegou a ser negociada durante análise da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta em dezembro de 2007. Senadores do PDT ganharam apoio de outros senadores para que o projeto que prorrogava a contribuição só fosse aprovado se o governo aceitasse acabar com a DRU na educação.</p>
<p><strong>EDUCAÇÃO BÁSICA</strong></p>
<p>O projeto aprovado ontem também institui a obrigatoriedade da educação básica e gratuita para crianças e jovens de 4 a 17 anos. De acordo com o projeto, a medida será colocada em prática gradativamente até 2016. Hoje, a lei exige a oferta obrigatória do ensino fundamental. </p></blockquote>
<p>Do Estadão</p>
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		<title>Anafalbetismo fica quase estável no país</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 00:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[De 2007 para 2008, o analfabetismo caiu de 10,1% para 10% entre os brasileiros. O país ainda tem 14 milhões de analfabetos. A redução foi maior no Nordeste, com quase o dobro da média do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.escoladopovo.org/wp-content/plugins/flash-video-player/default_video_player.gif" /></p>
<blockquote><p><em>De 2007 para 2008, o analfabetismo caiu de 10,1% para 10% entre os brasileiros. O país ainda tem 14 milhões de analfabetos. A redução foi maior no Nordeste, com quase o dobro da média do país.</em></p>
<p>A pesquisa do IBGE mostrou ainda que a queda no analfabetismo foi muito discreta. Veja na reportagem de Alan Severiano.<span id="more-570"></span></p>
<p>Um convite para recuperar o tempo perdido e fazer um curso de alfabetização. “Ler e escrever ajuda a gente, não precisa depender dos outros”, disse a babá Eulália de Jesus.</p>
<p>De 2007 para 2008, o analfabetismo caiu de 10,1% para 10% entre os brasileiros. O país ainda tem 14 milhões de analfabetos.</p>
<p>&#8220;Teve momento que reduzimos 0,7%, 0,4% esse ano foi 0,1%. Um soluço indesejável, mas no ritmo da série histórica nós cumpriremos as metas de Dakar de reduzir em 50% até 2015 a taxa de analfabetismo no Brasil”, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad.</p>
<p>A redução foi mais significativa na região Nordeste, que tem quase o dobro da média do país. As pessoas que sabem ler e escrever, mas têm dificuldade de compreender textos, os analfabetos funcionais ainda passam de 20% da população. A porcentagem de crianças na escola subiu e a média de anos de estudo aumentou de 6,9 para 7,1 anos.</p>
<p>Enquanto a educação melhora lentamente, o mercado de trabalho acelera o ritmo de contratações de quem tem mais anos de estudo. O descompasso entre a mão de obra e o perfil das vagas se traduz em menos oportunidade para muita gente: 41% das vagas são ocupadas por pessoas que estudaram mais de 11 anos.</p>
<p>Quem ficou menos tempo na escola, como Maria Gilda da Silva, se surpreende com as exigências. “Para lavar prato você precisa fazer matemática? Não, né?”, questiona ela.</p>
<p>Mesmo quem aceita ganhar pouco nem sempre consegue uma vaga: “Elas provavelmente vão ficar fora do mercado, e aí buscar outras alternativas pra sobreviver, como mercado informal, vão ser camelôs ou qualquer outra atividade que não exija a escolaridade”, explica o gerente do Centro de Apoio ao Trabalho da Prefeitura de SP, Nelson Miguel Jr.</p>
<p>A educadora da USP, Stela Piconez, diz que a situação só vai mudar se os cursos para adultos tiverem mais tempo e mais qualidade.</p>
<p>“Se ele não tiver uma fundamentação forte, que ele poderia ter adquirido nos anos de escolaridade, ele dificilmente saberá lidar com as demandas do mercado de trabalho”, declarou a educadora.</p>
<p>Severino e Edileuza não passaram da quarta série, estão desempregados e tentam evitar um futuro igual para os três filhos.</p>
<p>“Por isso digo para os meus filhos. Vai estudar, quando chega em casa não acabou o estudo, brinca um pouco para sempre estudar, né?”, disse Severino.</p></blockquote>
<p>Do Site do <a href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1310378-10406,00-ANAFALBETISMO+FICA+QUASE+ESTAVEL+NO+PAIS.html">Jornal Nacional</a> 18/09/2009</p>
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		<title>Paraisópolis integra programação do Antídoto − Seminário Internacional de Ações Culturais em Zonas de Conflito</title>
		<link>http://www.escoladopovo.org/paraisopolis-integra-programacao-do-antidoto-%e2%88%92-seminario-internacional-de-acoes-culturais-em-zonas-de-conflito/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 00:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O poder transformador de alguns projetos culturais frente aos diversos tipos de violência − social, étnica ou religiosa − é o mote do Antídoto − Seminário Internacional de Ações Culturais em Zonas de Conflito, produzido pelo Itaú Cultural em parceria com o Grupo Cultural AfroReggae, do Rio de Janeiro. Em sua quarta edição, o evento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.itaucultural.org.br/antidoto2009/"><img class="alignleft size-full wp-image-911" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="antidoto" src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2009/06/antidoto.jpg" alt="antidoto" width="258" height="87" /></a> O poder transformador de alguns projetos culturais frente aos diversos tipos de violência − social, étnica ou religiosa − é o mote do <strong>Antídoto − Seminário Internacional de Ações Culturais em Zonas de Conflito</strong>, produzido pelo <a href="http://www.itaucultural.org.br/"><strong>Itaú Cultural</strong></a> em parceria com o <strong>Grupo Cultural AfroReggae</strong>, do Rio de Janeiro. Em sua quarta edição, o evento promove lançamento de documentários, espetáculos teatrais, shows e debates, que contam com convidados do Afeganistão, do Brasil, do Canadá, do Líbano, da Nigéria, da Palestina e do Sudão.</p>
<p><strong>Paraisópolis</strong></p>
<p>No último final de semana de junho, o Antídoto abre espaço para as iniciativas culturais e educativas da comunidade de Paraisópolis, da zona sul de São Paulo.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-left   alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://paraisopolis.org/wp-content/gallery/comunidade/estevao4.jpg" alt="Estevão Conceição" width="162" height="121" /></p>
<p>Os espetáculos musicais que integram a programação contam com cenografia de Estevão da Silva Conceição, o <strong>Gaudí de Paraisópolis</strong>: pedreiro e jardineiro que construiu na comunidade, durante 17 anos, o que chama de “Jardins Suspensos” (estrutura de 75 metros quadrados por 8 metros de altura que combina cimento, ferro e pedras com pedaços de garrafa, copo, pires, xícara, rádio, telefone etc.). Em 2001, a convite do Centro de Estudos Gaudinistas – organização espanhola sem fins lucrativos dedicada a Antoni Gaudí (1852-1926) –, o artista visitou Barcelona, onde pôde conhecer de perto a obra do arquiteto catalão.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-right   alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://paraisopolis.org/wp-content/gallery/comunidade/biker1.jpg" alt="biker1" width="158" height="118" /></p>
<p><strong>Berbela</strong>, outra personalidade de Paraisópolis, também marca presença no fim de semana. O mecânico, que lança mão de peças de reciclagem para criar bicicletas – equipadas com lâmpadas, vários tipos de buzina, rádio, monitores para DVD etc. –, vai utilizar o saguão do Itaú Cultural para estacionar, em alto estilo, seu veículo.</p>
<p><em><strong>sábado 27 de junho</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>15h</strong> apresentação do <a href="http://www.escoladopovo.org/"><strong>Programa Escola do Povo</strong></a><br />
com <strong>Gilson Rodrigues</strong></p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-left alignleft" src="http://paraisopolis.org/wp-content/gallery/comunidade/gilson11.jpg" alt="Gilson Rodrigues" width="168" height="118" /></p>
<p style="padding-left: 30px;">Criado em 2007 pela União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, o Programa Escola do Povo tem como objetivo erradicar o analfabetismo de adolescentes e adultos da comunidade. A iniciativa promove o acesso dos participantes à cultura e trabalha conceitos de cidadania e participação social.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Gilson Rodrigues</strong> é presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Sala Vermelha – 75 lugares</p>
<p><span style="height: 20pt;">&#8230;&#8230;&#8230;.</span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>20h</strong> show com <strong>Nego Usan</strong>,<strong> Trio Ceará</strong>, <strong>Grupo Doce Presença</strong> e <strong>Coral Vivendo com Arte</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Nego Usan</strong> aborda o cotidiano da cidade de São Paulo em suas composições. Ex-integrante do Grupo Corporação Palmares, utiliza a música para ampliar o acesso da comunidade a informações relativas à política, à educação e à cultura.</p>
<p style="padding-left: 30px;">O <strong>Trio Ceará</strong> executa o autêntico forró pé de serra. Fundado por Zé Ceará (sanfona e voz), morador de Paraisópolis há mais de 25 anos, o grupo é formado ainda por Damião (triângulo) e Zito (zabumba).</p>
<p style="padding-left: 30px;">O <strong>Grupo Doce Presença</strong>, formado por Reginaldo (voz), Théo (percussão), Tom (violão) e Vanio (pandeiro), faz uma mistura de partido-alto, samba-pop e suingue. Já abriu shows para conjuntos como Katinguelê, Sampa Crew, Pedindo Bis e Pixote, entre outros.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-right alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://paraisopolis.org/wp-content/gallery/comunidade/vivendocomarte.jpg" alt="Coral Vivendo com Arte" width="168" height="126" /></p>
<p style="padding-left: 30px;">O <strong>Coral Vivendo com Arte</strong> trabalha com repertório de música brasileira e realiza atividades artísticas, educacionais e esportivas com cerca de 90 crianças de Paraisópolis e Jardim Colombo.</p>
<p><em><strong>domingo 28 de junho</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>20h</strong> show com <strong>Banda Sinfônica Eszterháza</strong>, <strong>Barracão dos Sonhos</strong> e <strong>Coral Vivendo com Arte</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">A <strong>Banda Sinfônica Eszterháza</strong> é composta de 60 jovens, com idade entre 9 e 16 anos, das comunidades de Paraisópolis e Vila Morse. Criado em 2005, o conjunto foi idealizado por Elisabeth Peissner Sertório, do Colégio Santo Américo.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-left alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://paraisopolis.org/wp-content/gallery/comunidade/campo_limpo_barracao_1.jpg" alt="Barracão dos Sonhos" width="113" height="150" /></p>
<p style="padding-left: 30px;">O <strong>Barracão dos Sonhos</strong>, criado em 1999 por Dinho Rodrigues, desenvolve um trabalho permanente, por meio da música, destinado principalmente às crianças e aos adolescentes de Paraisópolis. Formado por músicos amadores e profissionais – e artistas de outras áreas –, lançou em 2007 o CD Batucando no Barracão.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Sala Itaú Cultural &#8211; 247 lugares</p>
<p>[ingresso distribuído com meia hora de antecedência]</p>
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